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Confira os detalhes do desfile da Mangueira  

Última atualização: 16 de fevereiro de 2026 12:24
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7 Min Leitura
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Tributo a Mestre Sacaca destaca saberes afro-indígenas, identidade tucuju e ancestralidade amazônica em uma viagem simbólica pela Amazônia Negra   Gente: notícias, fotos e vídeos de famosos, celebridades, entretenimento e mais.

Contents
Ficha técnicaSambra-enrendo da MangueiraSobre a Mangueira

​

MangueiraFagner Vilela/iG

Fechando a primeira noite, a Estação Primeira de Mangueira enalteceu as tradições afro-indígenas do Norte brasileiro através de um dos seus mais célebres personagens, o curandeiro, mestre Sacaca.

A Verde e Rosa, traz a identidade do povo Tucuju, indígenas originários da foz do Rio Oiapoque, no Amapá. Ainda, a escola convidou o público a beber da sabedoria ancestral do homenageado, fazendo um verdadeiro passeio na Amazônia Negra.

Ficha técnica

Enredo: Mestre Sacaca do encanto tucuju – O guardião da Amazônia Negra Presidente: Guanayra Firmino Carnavalesco: Sidnei França Intérprete: Dowglas Diniz Mestres de bateria: Taranta Neto e Rodrigo Explosão

MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Fagner Vilela/iG
MangueiraFoto: Fagner Vilela/iG
Mestre-sala e porta-bandeira da MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
Mestre-sala e porta-bandeira da MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Fagner Vilela/iG
MangueiraFoto: Fagner Vilela/iG
MangueiraFoto: Fagner Vilela/iG
MangueiraFoto: Fagner Vilela/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Fagner Vilela/iG
MangueiraFoto: Fagner Vilela/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG
MangueiraFoto: Rodrigo T. Ribeiro/iG

Sambra-enrendo da Mangueira

Chegou, a Mangueira chegou Chegou, a Mangueira chegou

Yá, Benedita de Oliveira Mãe do Morro de Mangueira Abençoe o jeito tucuju

A magia do meu tambor te encantou no jequitibá Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá Na Estação Primeira do Amapá A magia do meu tambor te encantou no Jequitibá Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá Na Estação Primeira do Amapá

Finquei minha raiz No extremo norte, onde começa o meu país As folhas secas me guiaram ao Turé Pintada em verde-e-rosa, jenipapo e urucum

Árvore-mulher Mangueira quase centenária Uma nação incorporada Herdeira quilombola, descendente Palikur Regateando o Amazonas No transe do caxixi Corre água, jorra a vida do Oiapoque ao Jari

Çai erê, babalaô, Mestre Sacaca Çai erê, babalaô, Mestre Sacaca Te invoco do meio do mundo pra dentro da mata Te invoco do meio do mundo pra dentro da mata

Salve o curandeiro, doutor da floresta Preto Velho, saravá Macera folha, casca e erva Engarrafa a cura, vem alumiar Defuma folha, casca e erva Saravá

Negro Na marcação do marabaixo Firma o corpo no compasso Com ladrões e ladainhas Que ecoam dos porões Ergo E consagro o meu manto Às bençãos do Espírito Santo E São José de Macapá

Sou gira, batuque e dançadeira (areia) A mão de couro do amassador Encantaria de benzedeira Que a Amazônia negra eternizou

Yá, Benedita de Oliveira Mãe do Morro de Mangueira Abençoe o jeito Tucuju

A magia do meu tambor te encantou no jequitibá Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá Na Estação Primeira do Amapá

Finquei minha raiz No extremo norte, onde começa o meu país As folhas secas me guiaram ao Turé Pintada em verde-e-rosa, jenipapo e urucum

Árvore-mulher Mangueira quase centenária Uma nação incorporada Herdeira quilombola, descendente Palikur Regateando o Amazonas No transe do caxixi Corre água, jorra a vida do Oiapoque ao Jari

Çai erê, babalaô, Mestre Sacaca Çai erê, babalaô, Mestre Sacaca Te invoco do meio do mundo pra dentro da mata Te invoco do meio do mundo pra dentro da mata

Salve o curandeiro, doutor da floresta Preto Velho, saravá Macera folha, casca e erva Engarrafa a cura, vem alumiar Defuma folha, casca e erva Saravá

Negro Na marcação do marabaixo Firma o corpo no compasso Com ladrões e ladainhas Que ecoam dos porões Ergo E consagro o meu manto Às bençãos do Espírito Santo E São José de Macapá

Sou gira, batuque e dançadeira (areia) A mão de couro do amassador Encantaria de benzedeira Que a Amazônia negra eternizou

Yá, Benedita de Oliveira Mãe do Morro de Mangueira Abençoe o jeito Tucuju

A magia do meu tambor te encantou no jequitibá Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá Na Estação Primeira do Amapá A magia do meu tambor te encantou no jequitibá Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá Na Estação Primeira do Amapá Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá Na Estação Primeira do Amapá

Finquei minha raiz

Sobre a Mangueira

A agremiação foi fundada em 28 de abril de 1928, por sambistas como Cartola, Carlos Cachaçça, Zé Espinguela, Saturnino Gonçalves, Seu Euclides, dentre outros. A escola tem como cores oficiais o verde e o rosa. Sua quadra é conhecida como “Palácio do Samba”, e fica localizada na Rua Visconde de Niterói, em Mangueira.

A Mangueira ocupa o segundo lugar como maior vencedora do carnaval do Rio de Janeiro, ficando atrás somente da Portela. Possui vinte títulos conquistados. A bateria da escola é chamada de “Tem que Respeitar Meu Tamborim” e tem como característica usar o surdo de primeira como única marcação.

 

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