Pri Borges descreve momentos de tensão durante assalto na Região Portuária e cobra maior presença policial em áreas com registros frequentes de crimes Gente: notícias, fotos e vídeos de famosos, celebridades, entretenimento e mais.

A jornalista Pri Borges, apresentadora do programa “Cariocou”, do SBT, relatou ter sido vítima de um assalto à mão armada na noite da última quarta-feira (22), no Rio de Janeiro. O crime aconteceu na Região Portuária, nas proximidades de São Cristóvão, enquanto ela retornava do trabalho.
Em vídeo publicado nas redes sociais, a jornalista contou que foi abordada por dois homens em uma motocicleta na altura do Terminal Gentileza, logo após o túnel Marcello Alencar. Segundo ela, o local estava sem iluminação no momento do crime.
“Eu virei estatística no Rio de Janeiro. Era pra ser um dia feliz, porque viralizei dois vídeos no Instagram, bateram mais de um milhão de visualizações, mas não consigo comemorar”, iniciou.
Pri relatou que os criminosos apontaram uma arma para sua cabeça e exigiram o celular. “Estava um breu, tudo escuro naquele ponto. Dois caras chegaram de moto, apontaram arma pra mim e mandaram eu passar o celular”, disse.
Ameaça e nervosismo
A apresentadora afirmou que, sob forte tensão, teve dificuldade para lembrar a senha do aparelho, que também foi exigida pelos assaltantes. “Na hora do nervosismo, eu não lembrava da senha. Ele repetiu três vezes: ‘me passa a senha, senão eu vou atirar’”, contou. Após entregar o celular, os criminosos fugiram. A jornalista não ficou ferida.
Falta de policiamento
Pri Borges também criticou a ausência de policiamento na região. De acordo com ela, nenhuma viatura foi encontrada ao longo de um trajeto de cerca de 15 quilômetros após o crime. “A minha indignação é só conseguir encontrar uma viatura depois de 15 quilômetros. Nesse percurso inteiro, não tinha policial nenhum”, afirmou.
Ela disse que só encontrou apoio já próximo à Linha Amarela, quando conseguiu contato com familiares. “Onde está o policiamento? Não dá pra, num ponto onde há assaltos recorrentes, você só encontrar polícia muito depois. Estamos no Rio de Janeiro, isso não pode acontecer”, questionou. Apesar do susto, a jornalista tranquilizou os seguidores: “Tá tudo bem comigo”.
Repercussão nas redes
A publicação gerou uma onda de solidariedade e indignação entre seguidores e amigos da jornalista. Nos comentários, internautas relataram experiências semelhantes e destacaram o sentimento de insegurança.
“Não acredito… Já passei por isso e sei como é a sensação… Mas que bom que você está bem”, escreveu uma seguidora. Outra comentou: “Nossa, o que você passou é revoltante e, infelizmente, reflete uma realidade cada vez mais comum. A sensação de insegurança e abandono é muito triste”.
Também houve críticas à falta de policiamento e pedidos por mais investimentos em segurança pública. “Misericórdia! Graças a Deus foi um bem material. O Rio está largado, e a bandidagem faz o que quer porque sabe que não tem policiamento”, escreveu outra usuária.
