Narrador do SBT saiu em defesa da influenciadora após ataques sobre sua participação na cobertura da Copa do Mundo na TV Globo Gente: notícias, fotos e vídeos de famosos, celebridades, entretenimento e mais.

O narrador e apresentador Tiago Leifert, de 46 anos, rebateu críticas de jornalistas após questionar reportagens que apontavam uma suposta pressão para que Neymar fosse convocado pela Seleção Brasileira. Em vídeo publicado nas redes sociais, o comunicador também saiu em defesa da influenciadora Virginia Fonseca, anunciada na cobertura da Copa do Mundo na TV Globo, com um quadro dentro do ‘Domingão com Huck’.
Ao comentar as críticas direcionadas à influenciadora, Tiago afirmou que parte dos jornalistas que o criticaram anteriormente agora estaria questionando a participação de Virginia em um programa de entretenimento.
“Uma das pessoas que me atacou, ela que tem síndrome de RH, ela que fica pedindo para as pessoas não serem contratadas, ela está preocupada com a Virginia, agora”, disparou.
Leifert ressaltou que Virginia não atuará em um telejornal esportivo, mas em quadros voltados ao entretenimento dentro do ‘Domingão’. Segundo ele, a participação da influenciadora será semelhante à de outros convidados especiais que já integraram coberturas anteriores.
“A Virginia vai trabalhar no Domingão com o Huck, um programa de entretenimento. Não é um jornal. Ela vai fazer entretenimento, culinária, o entorno do estádio”, afirmou.
O narrador ainda citou o padre Fábio de Melo como exemplo de personalidade que já participou de coberturas especiais sem receber o mesmo tipo de questionamento.
Acusação de machismo
Durante o desabafo, Tiago Leifert também criticou comentários feitos sobre a capacidade profissional de Virginia Fonseca e classificou parte das declarações como machistas. “Teve um que disse que a Virginia não consegue concatenar duas frases. Com mulher é muito machão, né?”, declarou.
O apresentador ainda afirmou que houve silêncio de colegas diante de falas que, na visão dele, ultrapassaram o limite da crítica profissional. “Diz que uma mulher adulta não consegue concatenar duas frases e silêncio. Aí o machismo não existe mais”, completou.
