Jornalista marcou a cobertura esportiva potiguar no Rio Grande do Norte e foi lembrada pelo legado profissional e pela conscientização sobre o TEA Gente: notícias, fotos e vídeos de famosos, celebridades, entretenimento e mais.

Helga Oliveira, ex-apresentadora do Globo Esporte RN, morreu na última quinta-feira (25), aos 51 anos, após lutar por um longo período contra um câncer agressivo. A jornalista estava internada em um hospital para tratar uma leucemia quando teve a morte confirmada.
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Ao longo da trajetória profissional, a comunicadora conquistou espaço no jornalismo e se destacou pela cobertura esportiva no Rio Grande do Norte. Ex-apresentadora do Globo Esporte RN, ela integrou a equipe da Inter TV Cabugi, afiliada da TV Globo, entre 1999 e 2007.

Helga Oliveira lutava contra a doença há alguns anos, mas seu quadro se agravou após desenvolver uma pneumonia agressiva neste mês, o que a levou a ser internada. No entanto, a jornalista não resistiu.
A ex-apresentadora da TV Globo ficou conhecida rapidamente no Nordeste brasileiro.
Helga Oliveira deixa o marido, Luis Henrique, e dois filhos, Pedro e Henrique. Vale destacar que, nos últimos anos, ela também se notabilizou pela atuação na conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), já que um de seus filhos está dentro do espectro.

Como era de se imaginar, familiares, amigos e muitos profissionais da comunicação lamentaram a morte nas redes sociais ao longo do dia.
O velório da jornalista está marcado para esta sexta-feira (26), a partir das 7h30, na Sala de Velório Central da Morada da Paz Emaús, em Parnamirim, na Grande Natal. Já o sepultamento está previsto para as 10h30, no mesmo local.
Helga Oliveira recebe homenagem
Em nota de pesar, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte (Sindjorn) falou sobre a trajetória de Helga Oliveira no jornalismo e a classificou como pioneira na cobertura esportiva no estado.
Além do Sindicato, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte também lamentou a morte da comunicadora e afirmou que ela deixou uma contribuição marcante para a comunicação do estado e para a conscientização.
“Fez de sua vida uma luta pela conscientização sobre o transtorno do espectro autista e pela defesa dos direitos das pessoas autistas e de suas famílias. Mãe de Caio, Helga transformou sua experiência familiar em instrumento de informação, acolhimento e inclusão. Em 2018, os dois protagonizaram uma campanha institucional da Assembleia Legislativa sobre o Transtorno do Espectro Autista, voltada à importância do diagnóstico e da intervenção precoces”, pontuou.

“Ao abrir as portas de sua casa e compartilhar sua história com generosidade e coragem, Helga permitiu que uma experiência verdadeira e profundamente humana chegasse a milhares de pessoas. Mais do que emprestar sua imagem, colocou sua voz, sua credibilidade e sua vivência a serviço de uma causa coletiva”, acrescentou.

