Artista e músico deixa legado marcante na música brasileira após trabalhar com nomes como Tim Maia, Alexandre Pires, Lulu Santos e Sandra de Sá Gente: notícias, fotos e vídeos de famosos, celebridades, entretenimento e mais.
Miguel Leite de Oliveira Neto, compositor e publicitário que ficou conhecido artisticamente apenas como Michel, morreu nesta sexta-feira (26), no Rio de Janeiro. Com uma longa trajetória no mundo da música e da comunicação, o artista teve sua morte confirmada pela família.
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Compositor de músicas clássicas e populares como “O Descobridor dos Sete Mares”, “Pecado Capital”, “Bons Momentos” e “Não Dá”, Michel estava internado no Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói, na Região Metropolitana.
Há cerca de 15 anos, ele enfrentava um tratamento contra câncer e diabetes. No entanto, nos últimos meses, sofreu dois acidentes vasculares cerebrais (AVCs), e seu estado de saúde se agravou consideravelmente após complicações cardíacas, que acabaram resultando em sua morte.
Embora nem todo mundo o conheça, suas composições marcaram a vida de milhões de pessoas e fizeram história na música brasileira dos anos 1980. Prova disso é que as músicas escritas por Michel ganharam projeção nacional nas vozes de artistas como Tim Maia e Roupa Nova.
Além disso, com o passar dos anos, suas músicas também foram regravadas por artistas como Alexandre Pires, Lulu Santos, Sandra de Sá e Diogo Nogueira, entre outros. Cheio de talento e de histórias para contar por meio da arte, seu legado segue presente em rádios, plataformas digitais e apresentações ao vivo.
Vale destacar também que, neste ano, “O Descobridor dos Sete Mares” voltou a ganhar destaque internacional ao ser executada pela orquestra oficial do Grammy Awards durante a cerimônia.
Michel deixa cinco filhos, 11 netos e três bisnetos. O sepultamento aconteceu na tarde deste sábado (27), no Memorial Parque Nycteroy, em São Gonçalo.
Outra grande perda
O mundo da arte também teve outra grande perda: o ator e dublador Figueira Junior morreu aos 60 anos. A informação foi compartilhada no sábado (27) por Tânia Gaidarji, também dubladora. A causa da morte não foi divulgada.
Figueira foi responsável por dar voz a personagens como Fry, de “Futurama”, e Androide 17, de “Dragon Ball”. Na publicação, Tânia afirmou que o amigo a visitou várias vezes no Instituto do Coração e que a acalmava e lhe dava forças durante um período tão conturbado.
De acordo com ela, ele também estava feliz e esperançoso com a nova medicação que vinha tomando para o coração.
Além do Androide 17 e de Philip J. Fry, Figueira também também teve sua voz em filmes renomados, como “O Profissional” (1994), “Um Sonho de Liberdade” (1994) e “Karatê Kid – A Hora da Verdade” (1984).
