A Nobreza do Amor acumula desempenho inferior ao da antecessora e já liga sinal de alerta nos bastidores da emissora carioca com baixa média Gente: notícias, fotos e vídeos de famosos, celebridades, entretenimento e mais.

A novela Nobreza do Amor segue tendo baixo desempenho na TV Globo. A trama das seis da emissora carioca não conseguiu ampliar o seu público na faixa e continua registrando índices medianos na audiência.
Um dos empecilhos para que o folhetim cresça é a também baixa média de Avenida Brasil, que está sendo reapresentada na faixa do Vale A Pena Ver de Novo. De acordo com dados obtidos, o folhetim de Carminha apenas pontuou 14,3 de média na terça-feira (19). A meta para o horário é de 16,0 pontos.
De acordo com dados obtidos pela reportagem do iG, a atração marcou apenas 18,1 de média no consolidado. Ou seja, um índice ínfimo para o horário, o que já liga o alerta da emissora carioca. Os dados são referentes à Grande São Paulo.
Na média geral, considerando as sete semanas de exibição, a trama garante à TV Globo média de 17,0 pontos. Já Eta Mundo Melhor, sua antecessora, registrou pontuação acumulada de 19,5 até a sétima semana no Ibope.
A história de A Nobreza do Amor

A trama das 18h da TV Globo tem como enredo e faixa temporal os anos de 1920 e acompanha a vida da princesa Alika, que foge do reino fictício de Batanga, na África, após um golpe de Estado, e muda-se exilada para o interior do Nordeste do Brasil para salvar o seu povo.
Logo, o enredo se passa entre o continente africano e a cidade de Barro Preto, no Rio Grande do Norte, onde se passam todos os núcleos principais. O malfeitor Jendal, vivido por Lázaro Ramos, tenta tirar o poder de Alika, e a rainha Niara (Erika Januza) foge para o Brasil.
Alika acaba vivendo um amor com Tonho (Ronald Sotto), um jovem trabalhador da região. O amor dos dois é ameaçado por Mirinho (Nicolas Prattes), um poderoso do local. O folhetim traz cenas de Batanga, em que Jendal comanda com muito terror, e o Brasil, em que as protagonistas enfrentam muitas dificuldades.
