Cantor relembra conversa marcante com médico antes de procedimento delicado e fala sobre recuperação após o derrame Gente: notícias, fotos e vídeos de famosos, celebridades, entretenimento e mais.

Sérgio Reis abriu o coração mais uma vez ao revelar o apelo feito ao neurocirurgião Guilherme Carvalhal Ribas, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, em 2002. Há mais de duas décadas, o sertanejo precisou passar por uma cirurgia no cérebro após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e ficou com medo de não conseguir mais se apresentar.
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Sincero, o cantor expôs seus receios ao conversar com o profissional da saúde e explicou que a música fazia parte da sua vida. Durante sua participação no podcast de Flavio Prado, o famoso relembrou o momento.
“Guilherme, eu tenho que cantar. Não sou um neurocirurgião igual a você. Eu seria. Se eu fosse bom mesmo, eu estaria ganhando de você, porque eu ia estudar mais que você. E ele disse: ‘De você eu não duvido nada'”, contou.
Ainda durante a conversa, Sérgio Reis revelou que pediu para que o médico examinasse o máximo possível de seu cérebro.
“Já me internei no Einstein, fiz os exames e, no dia seguinte, falei: ‘Ó, não me venha com a Makita. Quando eu estiver lá, intubado, já dormindo, tira todo o tampo do cérebro, tira toda a carcaça de cima. Tira tudo'”, relembrou.
O sertanejo contou como tudo aconteceu:
Para quem não sabe, o veterano sofreu o AVC enquanto fazia uma viagem em seu avião particular, com destino ao interior. Por causa do derrame, ele teve parte da visão afetada e perdeu os movimentos do lado direito do corpo.

Depois de alguns meses de acompanhamento médico, os exames mostraram que havia necessidade de cirurgia para conter a hemorragia e os coágulos. Embora tenha passado por momentos tensos, o procedimento foi bem-sucedido, e Sérgio Reis voltou aos palcos 15 dias depois.
Ouro na fazenda
Pode ser difícil de acreditar, mas o artista revelou, em 2023, durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda., ter encontrado ouro na Fazenda São Bento, em Cuiabá. Ele contou que a descoberta foi feita em uma área da propriedade que fazia divisa com um terreno vizinho.
“Ele falou assim: ‘Sérgio, eu coloco os tratores e vamos fazer uma barragem, aqui vai encher de água. A gente desvia uma parte da cachoeira, não precisa ser muita, e isso vai alagar, vai ficar um lago enorme. Eu quero pescar, andar de barco e andar de jet ski. Se encher aqui, eu coloco água pra você no teu pasto lá de cima. Você não precisa colocar nenhum tostão, eu coloco os tratores, coloco tudo’. E eu concordei”, disse.
As pedras de ouro apareceram logo após o início das escavações. Sérgio contou que pegou uma pepita e a levou à loja onde costumava comprar joias para presentear a esposa, a fim de verificar a qualidade do material. Lá, ouviu que a pedra era de 18 quilates, o que significava ser muito valiosa.
Junto a Luiz Carlos Tencati, ex-gerente de suas três fazendas, ele encheu dois baldes com o metal nobre e presenteou o funcionário e amigo com um deles como forma de agradecimento.
“O Luizinho me disse que tinha um primo que mexia com isso. Então, falei para pegar o ouro e comprar uma casa. E, hoje, ele tem uma bela casa em Campo Grande por causa dessas pepitas. Ele comprou dois ou três terrenos, construiu uma bela casa, dei de presente para ele. Depois cobrimos com a água da cachoeira, e o ouro ficou lá embaixo”, explicou.



