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Lendo: Rapper Sean “Diddy” Combs é condenado a 4 anos de prisão nos EUA  
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Início » Blog » Rapper Sean “Diddy” Combs é condenado a 4 anos de prisão nos EUA  
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Rapper Sean “Diddy” Combs é condenado a 4 anos de prisão nos EUA  

Última atualização: 6 de outubro de 2025 00:24
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3 Min Leitura
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A decisão foi anunciada pelo juiz Arun Subramanian em audiência realizada em um tribunal de Nova York   Gente: notícias, fotos e vídeos de famosos, celebridades, entretenimento e mais.

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P. Diddy teria tentado arrombar casa de ex-mulher depois de espancá-la Foto: Nikeush / Wikimedia Commons

O rapper e produtor musical Sean “Diddy” Combs, de 55 anos, foi condenado nesta sexta-feira (3) a quatro anos de prisão por duas acusações de transporte para fins de prostituição. A decisão foi anunciada pelo juiz Arun Subramanian em audiência realizada em um tribunal de Nova York. Além da pena, o artista terá de pagar multa de US$ 500 mil, cerca de R$ 2,7 milhões.

A sentença foi revelada em primeira mão no tribunal e encerra um processo que se estendeu por oito semanas. O júri considerou Diddy culpado em duas acusações e o absolveu das mais graves, como tráfico sexual e conspiração para extorsão, que poderiam resultar em prisão perpétua.

O juiz explicou que a pena buscou equilibrar os aspectos positivos da trajetória do rapper com a gravidade dos crimes. Diddy já havia cumprido um ano de prisão preventiva, o que reduz o tempo efetivo atrás das grades.

Defesa e acusação apresentaram versões opostas

A promotoria pediu mais de 11 anos de prisão, alegando arrogância e falta de arrependimento do músico. Para os promotores, a conduta do artista exigia uma resposta firme da Justiça.

A defesa, por outro lado, tentou reduzir a pena para 14 meses. Os advogados afirmaram que o rapper não lucrou com as situações investigadas e destacou a dedicação à família e os trabalhos filantrópicos.

Durante a audiência, a defesa exibiu um vídeo de caráter documental para reforçar a imagem de Diddy como empresário de sucesso e pai presente. O material também trouxe referências aos traumas da infância, incluindo a morte violenta do pai.

O juiz Arun Subramanian, no entanto, rejeitou a tese de que os encontros em hotéis, chamados de “Freak Offs”, foram consensuais. Para ele, era necessária “uma sentença substancial” para mostrar que crimes contra mulheres não ficam impunes.

 

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